O novo frissom do aspecto do cinema no vídeo.
TV e Cinema são duas linguagens diferentes.
Não só no aspecto cores, como enquadramento, profundidade, planos, sequência, roteiro, enfim, o cinema tem sua forma e a tv outra.
Dentro da TV temos: Programas, Séries, Documentários, Jornalismo, infomercial, publicidade, merchandising...
Dentro do cinema temos: Curta, média, longa metragem que por sí só já tem um espírito próprio completamente diferente de tv. E a partir daí vemos, documentários, filmes...
Dentro de cada segmento desses que citei, temos diferenças gritantes quanto à iluminação, planos, sonoplastia, composição de imagem, forma, textura, contraste, roteiro ...
É muito interessante conhecer bem esses aspectos, suas características, e seguir sua intuição baseado no conhecimento técnico + conceitual dentro do segmento escolhido.
A moda atual é que muitos que estão iniciando no audiovisual têm buscado ultimamente essa questão do cinema. Seja por liberdade de linguagem, narrativa, ou por questões de iluminação que ajudam a compor a sensações no espectador, auxiliando em todo o trabalho do roteiro, interpretação etc.
A temática das cores por exemplo.
Com a utilização de tons quentes ou frios, você ambienta toda a característica da cena.
A ausência de cores é um recurso ainda muito usado.
Na linguagem televisiva, evitam-se ao máximo coisas como sombras, closes muito fechados, como um quadro composto todo por um close fechado em um olho e uma lágrima escorrendo.
O porquê dessa diferença na tv e cinema?
Essa é uma resposta que gostaria que você mesmo pensasse a respeito.
Mas o que posso dizer é que nos dois, existem tempos diferentes para se contar a mesma estória. A própria questão dos cortes/seqüências que parecem, inicialmente, mais simples.
Acho muito legal a busca em ampliar os horizontes das linguagens.
E esse conhecimento, não é um programa que deve ser instalado na cabeça de ninguém, ou apertar um botão e... voilá. Temos à disposição todos os recursos do cinema.
Que tal indentificarmos os recursos que realmente vão transformar a forma que contamos algo ao espectador, e ele vai sentir o que queremos dizer, tão envolvido, que vai se ver dentro da estória, torcendo para ter o esperado final e ele, o espectador se sentir livre novamente, pois até então, ele é dominado pelo que vê, e pelo que não vê...
Não só no aspecto cores, como enquadramento, profundidade, planos, sequência, roteiro, enfim, o cinema tem sua forma e a tv outra.
Dentro da TV temos: Programas, Séries, Documentários, Jornalismo, infomercial, publicidade, merchandising...
Dentro do cinema temos: Curta, média, longa metragem que por sí só já tem um espírito próprio completamente diferente de tv. E a partir daí vemos, documentários, filmes...
Dentro de cada segmento desses que citei, temos diferenças gritantes quanto à iluminação, planos, sonoplastia, composição de imagem, forma, textura, contraste, roteiro ...
É muito interessante conhecer bem esses aspectos, suas características, e seguir sua intuição baseado no conhecimento técnico + conceitual dentro do segmento escolhido.
A moda atual é que muitos que estão iniciando no audiovisual têm buscado ultimamente essa questão do cinema. Seja por liberdade de linguagem, narrativa, ou por questões de iluminação que ajudam a compor a sensações no espectador, auxiliando em todo o trabalho do roteiro, interpretação etc.
A temática das cores por exemplo.
Com a utilização de tons quentes ou frios, você ambienta toda a característica da cena.
A ausência de cores é um recurso ainda muito usado.
Na linguagem televisiva, evitam-se ao máximo coisas como sombras, closes muito fechados, como um quadro composto todo por um close fechado em um olho e uma lágrima escorrendo.
O porquê dessa diferença na tv e cinema?
Essa é uma resposta que gostaria que você mesmo pensasse a respeito.
Mas o que posso dizer é que nos dois, existem tempos diferentes para se contar a mesma estória. A própria questão dos cortes/seqüências que parecem, inicialmente, mais simples.
Acho muito legal a busca em ampliar os horizontes das linguagens.
E esse conhecimento, não é um programa que deve ser instalado na cabeça de ninguém, ou apertar um botão e... voilá. Temos à disposição todos os recursos do cinema.
Que tal indentificarmos os recursos que realmente vão transformar a forma que contamos algo ao espectador, e ele vai sentir o que queremos dizer, tão envolvido, que vai se ver dentro da estória, torcendo para ter o esperado final e ele, o espectador se sentir livre novamente, pois até então, ele é dominado pelo que vê, e pelo que não vê...

1 Comentários:
Parabens Eduardo pela iniciativa, e por dividir seus conhecimentos e sabedoria , parabens outra vez digo, Ocimar DigiAudio Moreira
Por
Anônimo, Às
21 de novembro de 2008 às 17:35
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